Descargas
Páginas
Publicado
Cómo citar
III. Subáreas de competência do enfermeiro intesivista
Sinopsis
As subáreas de competência do enfermeiro intensivista correspondem às subáreas do conhecimento da Enfermagem Intensiva que foram levantadas e definidas pelo GT ABENTI para agrupar as competências por meio de sistemas representativos da prática assistencial de enfermagem ao paciente crítico. Buscou-se, portanto nas subáreas demarcadas, abarcar todas as competências apontadas pelo comitê de especialistas do PROCENFI.
Referencias
Alhumaid S, Al Mutair A, Al Alawi Z, Alsuliman M, Ahmed GY, Rabaan AA, et al. Knowledge of infection prevention and control among healthcare workers and factors influencing compliance: a systematic review. Antimicrob Resist Infect Control. 2021;10(1):86. https://doi.org/10.1186/s13756-021-00957-0
American Diabetes Association. Standards of Medical Care in Diabetes: 2011. Diabetes Care. 2011;34(Suppl 1):S11-61. https://doi.org/10.2337/dc11-S011
American Heart Association. Destaques da American Heart Association 2020: Atualizações das diretrizes de RCP e ACE. Dallas (TX): HAH; 2020 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://cpr.heart.org/-/media/cpr-files/cpr-guidelines-files/highlights/hghlghts_2020eccguidelines_portuguese.pdf
Aoki V, Lorenzini D, Orfali RL, Zaniboni MC, Oliveira ZNP, Rivitti‑Machado MC, et al. Consensus on the therapeutic management of atopic dermatitis: Brazilian Society of Dermatology. An Bras Dermatol. 2019;94(2 Suppl 1):67-75. https://doi.org/10.1590/abd1806-4841.2019940210
Araújo PR, Lima FET, Ferreira MKM, Oliveira SKP, Carvalho REFL, Almeida PC. Medication administration safety assessment tool: construction and validation. Rev Bras Enferm. 2019;72(2):329-336. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0340
Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Procedimento operacional padrão: higiene bucal (HB) em pacientes internados em unidade de terapia intensiva (UTI) adulto: 2021. São Paulo: AMIB; 2021 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.amib.org.br/wp-content/uploads/2022/06/POP_HB_ADULTO_AMIB_-_2021-1.pdf
Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Comitê de Ventilação Mecânica. Diretrizes brasileiras de ventilação mecânica: 2013. São Paulo: AMIB; 2013 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://cdn.publisher.gn1.link/jornaldepneumologia.com.br/pdf/Cap_Suple_91_01.pdf
Alhumaid S, Al Mutair A, Al Alawi Z, Alsuliman M, Ahmed GY, Rabaan AA, et al. Knowledge of infection prevention and control among healthcare workers and factors influencing compliance: a systematic review. Antimicrob Resist Infect Control. 2021;10(1):86. https://doi.org/10.1186/s13756-021-00957-0
American Diabetes Association. Standards of Medical Care in Diabetes: 2011. Diabetes Care. 2011;34(Suppl 1):S11-61. https://doi.org/10.2337/dc11-S011
American Heart Association. Destaques da American Heart Association 2020: Atualizações das diretrizes de RCP e ACE. Dallas (TX): HAH; 2020 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://cpr.heart.org/-/media/cpr-files/cpr-guidelines-files/highlights/hghlghts_2020eccguidelines_portuguese.pdf
Aoki V, Lorenzini D, Orfali RL, Zaniboni MC, Oliveira ZNP, Rivitti‑Machado MC, et al. Consensus on the therapeutic management of atopic dermatitis: Brazilian Society of Dermatology. An Bras Dermatol. 2019;94(2 Suppl 1):67-75. https://doi.org/10.1590/abd1806-4841.2019940210
Araújo PR, Lima FET, Ferreira MKM, Oliveira SKP, Carvalho REFL, Almeida PC. Medication administration safety assessment tool: construction and validation. Rev Bras Enferm. 2019;72(2):329-336. https://doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0340
Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Procedimento operacional padrão: higiene bucal (HB) em pacientes internados em unidade de terapia intensiva (UTI) adulto: 2021. São Paulo: AMIB; 2021 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.amib.org.br/wp-content/uploads/2022/06/POP_HB_ADULTO_AMIB_-_2021-1.pdf
Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Comitê de Ventilação Mecânica. Diretrizes brasileiras de ventilação mecânica: 2013. São Paulo: AMIB; 2013 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://cdn.publisher.gn1.link/jornaldepneumologia.com.br/pdf/Cap_Suple_91_01.pdf
Association for the Advancement of Medical Instrumentation Foundation. Quick guide: improving the safe use of multiple IV infusions. Arlington (VA): AAMI Foundation; 2016 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.aami.org/docs/default-source/foundation/infusion/infusion_therapy_quick_guide2.pdf
Atkin L, Bućko Z, Conde Montero E, Cutting K, Moffatt C, Probst A, et al. Implementing TIMERS: the race against hard-to-heal wounds. J Wound Care. 2019;23(Sup3a):S1-50. https://doi.org/10.12968/jowc.2019.28.Sup3a.S1
Azeredo NSG, Aquim EE, Santos AA. Assistência ao paciente crítico: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Atheneu; 2018.
Bergstrom N, Braden BJ, Laguzza A, Holman V. The Braden scale for predicting pressure sore risk. Nurs Res. 1987;36(4):205-10.
Blumenstein I, Shastri YM, Stein J. Gastroenteric tube feeding: techniques, problems and solutions. World J Gastroenterol. 2014;20(26):8505-24. https://doi.org/10.3748/wjg.v20.i26.8505
Boullata JI, Carrera AL, Harvey L, Escuro AA, Hudson L, Mays A, et al. ASPEN safe practices for enteral nutrition therapy. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2017;41(1):15-103. https://doi.org/10.1177/0148607116673053. Erratum in: JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2017;41(3):520.
Braithwaite SS, Clark LP, Idrees T, Qureshi F, Soetan OT. Hypoglycemia prevention by algorithm design during intravenous insulin infusion. Curr Diab Rep. 2018;18(26). https://doi.org/10.1007/s11892-018-0994-4
Braithwaite SS. Glycemic variability in hospitalized patients: choosing metrics while awaiting the evidence. Curr Diab Rep. 2013;13(1):138-54. https://doi.org/10.1007/s11892-012-0345-9
Brasil. Lei n. 7.498, de 25 de junho de 1986, alterada pelas leis n. 14.434/2022 e 14.602/2023. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, e dá outras providências. Brasília, DF: PR; 1986 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=143707&filename=LegislacaoCitada%20PL
Cardenas-Garcia J, Schaub KF, Belchikov YG, Narasimhan M, Koenig SJ, Mayo PH. Safety of peripheral intravenous administration of vasoactive medication: peripheral administration of vasoactive medication. J Hosp Med. 2015;10(9):581-5. https://doi.org/10.1002/jhm.2394
Cardozo LT, Azevedo MAR, Carvalho MSM, Costa R, Lima PO, Marcondes FK. Effect of an active learning methodology combined with formative assessments on performance, test anxiety, and stress of university students. Adv Physiol Educ. 2020;44(4):744-751. https://doi.org/10.1152/advan.00075.2020
Carvalho FC, Camargo CC, Barbosa TP, Silva MN, Reis MB, Ferreira LCE, et al. Epilepsia, do diagnóstico ao tratamento: revisão de literatura. Braz J Develop. 2022;8(2):8988-97. https://doi.org/10.34117/bjdv8n2-038
Castro LP, Araújo AHIM, Mendes MIOI. Papel do gestor em saúde na humanização do cuidado em unidade de terapia intensiva (UTI): uma revisão integrativa. Rev JRG Estud Acad. 2021;4(8):86-96. https://doi.org/10.5281/zenodo.4603153
Castro MG, Ribeiro PC, Matos LBN, Abreu HB, Assis T, Barreto PA, et al. Diretriz BRASPEN de terapia nutricional no paciente grave. BRASPEN J. 2023;38(2 Supl 2):2-46. https://doi.org/10.37111/braspenj.diretrizDOENTEGRAVE
Cattani A, Eckert IC, Brito JE, Tartari RF, Silva FM. Nutritional risk in critically ill patients: how it is assessed, its prevalence and prognostic value: a systematic review. Nutr Rev. 2020;78(12):1052‑68. https://doi.org/10.1093/nutrit/nuaa031
Compher C, Bingham AL, McCall M, Patel J, Rice TW, Braunschweig C, et al. Guidelines for the provision of nutrition support therapy in the adult critically ill patient: the American Society for Parenteral and Enteral Nutrition. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2022;46(1):12‑41. https://doi.org/10.1002/jpen.2267. Erratum in: JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2022;46(6):1458‑1459. https://doi.org/10.1002/jpen.2419
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Guia de recomendações para registro de enfermagem no prontuário do paciente e outros documentos de enfermagem. Brasília, DF: COFEN; 2015 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/RESOLUÇÃO-COFEN-No0514-2016-GUIA-DE-RECOMENDAÇÕES-versão-web.pdf
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 195, de 18 de fevereiro de 1997. Dispõe sobre a solicitação de exames de rotina e complementares por enfermeiro. Brasília, DF: COFEN; 1997 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-1951997/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 453, de 16 de janeiro de 2014. Aprova a norma técnica que dispõe sobre a atuação da equipe de enfermagem em terapia nutricional. Brasília, DF: COFEN; 2014 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-0453-2014/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 527/2016, Revogada pela Resolução COFEN n. 543/2017. Atualiza e estabelece parâmetros para o dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nos serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem. Brasília, DF: COFEN; 2016 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-05272016/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 557, de 5 de setembro de 2017. Normatiza a atuação da equipe de enfermagem no procedimento de aspiração de vias aéreas. Brasília, DF: COFEN; 2017 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-05572017/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 564/2017. Aprova o novo código de ética dos profissionais de enfermagem. Brasília, DF: COFEN; 2017 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-5642017
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 639, de 8 de maio de 2020. Dispõe sobre as competências do enfermeiro no cuidado aos pacientes em ventilação mecânica no ambiente extra e intra‑hospitalar. Brasília, DF: COFEN; 2020 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-639-2020/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 641, de 4 de junho de 2020. Utilização de Dispositivos Extraglóticos (DEG) e outros procedimentos para acesso à via aérea, por enfermeiros, nas situações de urgência e emergência, nos ambientes intra e pré‑hospitalares. Brasília, DF: COFEN; 2020 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-641-2020/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 703, de 18 de julho de 2022. Atualiza a norma para a execução, pelo enfermeiro, da punção arterial para gasometria e/ou instalação de cateter intra‑arterial para monitorização da pressão arterial invasiva (PAI). Brasília, DF: COFEN; 2022 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-703-2022/
Alhumaid S, Al Mutair A, Al Alawi Z, Alsuliman M, Ahmed GY, Rabaan AA, et al. Knowledge of infection prevention and control among healthcare workers and factors influencing compliance: a systematic review. Antimicrob Resist Infect Control. 2021;10(1):86. https://doi.org/10.1186/s13756‑021‑00957‑0
American Diabetes Association. Standards of Medical Care in Diabetes: 2011. Diabetes Care. 2011;34(Suppl 1):S11‑61. https://doi.org/10.2337/dc11‑S011
American Heart Association. Destaques da American Heart Association 2020: Atualizações das diretrizes de RCP e ACE. Dallas (TX): HAH; 2020 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://cpr.heart.org/-/media/cpr‑files/cpr‑guidelines‑files/highlights/hghlghts_2020eccguidelines_portuguese.pdf
Aoki V, Lorenzini D, Orfali RL, Zaniboni MC, Oliveira ZNP, Rivitti‑Machado MC, et al. Consensus on the therapeutic management of atopic dermatitis: Brazilian Society of Dermatology. An Bras Dermatol. 2019;94(2 Suppl 1):67‑75. https://doi.org/10.1590/abd1806‑4841.2019940210
Araújo PR, Lima FET, Ferreira MKM, Oliveira SKP, Carvalho REFL, Almeida PC. Medication administration safety assessment tool: construction and validation. Rev Bras Enferm. 2019;72(2):329‑336. https://doi.org/10.1590/0034‑7167‑2018‑0340
Associação de Medicina Intensiva Brasileira. Procedimento operacional padrão: higiene bucal (HB) em pacientes internados em unidade de terapia intensiva (UTI) adulto: 2021. São Paulo: AMIB; 2021 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.amib.org.br/wp‑content/uploads/2022/06/POP_HB_ADULTO_AMIB_-_2021-1.pdf
Associação de Medicina Intensiva Brasileira, Comitê de Ventilação Mecânica. Diretrizes brasileiras de ventilação mecânica: 2013. São Paulo: AMIB; 2013 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://cdn.publisher.gn1.link/jornaldepneumologia.com.br/pdf/Cap_Suple_91_01.pdf
Association for the Advancement of Medical Instrumentation Foundation. Quick guide: improving the safe use of multiple IV infusions. Arlington (VA): AAMI Foundation; 2016 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.aami.org/docs/default‑source/foundation/infusion/infusion_therapy_quick_guide2.pdf
Atkin L, Bućko Z, Conde Montero E, Cutting K, Moffatt C, Probst A, et al. Implementing TIMERS: the race against hard‑to‑heal wounds. J Wound Care. 2019;23(Sup3a):S1‑50. https://doi.org/10.12968/jowc.2019.28.Sup3a.S1
Azeredo NSG, Aquim EE, Santos AA. Assistência ao paciente crítico: uma abordagem multidisciplinar. São Paulo: Atheneu; 2018.
Bergstrom N, Braden BJ, Laguzza A, Holman V. The Braden scale for predicting pressure sore risk. Nurs Res. 1987;36(4):205‑10.
Blumenstein I, Shastri YM, Stein J. Gastroenteric tube feeding: techniques, problems and solutions. World J Gastroenterol. 2014;20(26):8505‑24. https://doi.org/10.3748/wjg.v20.i26.8505
Boullata JI, Carrera AL, Harvey L, Escuro AA, Hudson L, Mays A, et al. ASPEN safe practices for enteral nutrition therapy. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2017;41(1):15‑103. https://doi.org/10.1177/0148607116673053. Erratum in: JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2017;41(3):520.
Braithwaite SS, Clark LP, Idrees T, Qureshi F, Soetan OT. Hypoglycemia prevention by algorithm design during intravenous insulin infusion. Curr Diab Rep. 2018;18(26). https://doi.org/10.1007/s11892‑018‑0994‑4
Braithwaite SS. Glycemic variability in hospitalized patients: choosing metrics while awaiting the evidence. Curr Diab Rep. 2013;13(1):138‑54. https://doi.org/10.1007/s11892‑012‑0345‑9
Brasil. Lei n. 7.498, de 25 de junho de 1986, alterada pelas leis n. 14.434/2022 e 14.602/2023. Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem, e dá outras providências. Brasília, DF: PR; 1986 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=143707&filename=LegislacaoCitada%20PL
Cardenas‑Garcia J, Schaub KF, Belchikov YG, Narasimhan M, Koenig SJ, Mayo PH. Safety of peripheral intravenous administration of vasoactive medication: peripheral administration of vasoactive medication. J Hosp Med. 2015;10(9):581‑5. https://doi.org/10.1002/jhm.2394
Cardozo LT, Azevedo MAR, Carvalho MSM, Costa R, Lima PO, Marcondes FK. Effect of an active learning methodology combined with formative assessments on performance, test anxiety, and stress of university students. Adv Physiol Educ. 2020;44(4):744‑751. https://doi.org/10.1152/advan.00075.2020
Carvalho FC, Camargo CC, Barbosa TP, Silva MN, Reis MB, Ferreira LCE, et al. Epilepsia, do diagnóstico ao tratamento: revisão de literatura. Braz J Develop. 2022;8(2):8988‑97. https://doi.org/10.34117/bjdv8n2‑038
Castro LP, Araújo AHIM, Mendes MIOI. Papel do gestor em saúde na humanização do cuidado em unidade de terapia intensiva (UTI): uma revisão integrativa. Rev JRG Estud Acad. 2021;4(8):86‑96. https://doi.org/10.5281/zenodo.4603153
Castro MG, Ribeiro PC, Matos LBN, Abreu HB, Assis T, Barreto PA, et al. Diretriz BRASPEN de terapia nutricional no paciente grave. BRASPEN J. 2023;38(2 Supl 2):2‑46. https://doi.org/10.37111/braspenj.diretrizDOENTEGRAVE
Cattani A, Eckert IC, Brito JE, Tartari RF, Silva FM. Nutritional risk in critically ill patients: how it is assessed, its prevalence and prognostic value: a systematic review. Nutr Rev. 2020;78(12):1052‑68. https://doi.org/10.1093/nutrit/nuaa031
Compher C, Bingham AL, McCall M, Patel J, Rice TW, Braunschweig C, et al. Guidelines for the provision of nutrition support therapy in the adult critically ill patient: the American Society for Parenteral and Enteral Nutrition. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2022;46(1):12‑41. https://doi.org/10.1002/jpen.2267. Erratum in: JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2022;46(6):1458‑1459. https://doi.org/10.1002/jpen.2419
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Guia de recomendações para registro de enfermagem no prontuário do paciente e outros documentos de enfermagem. Brasília, DF: COFEN; 2015 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/wp‑content/uploads/2016/06/RESOLUÇÃO‑COFEN‑No0514‑2016‑GUIA‑DE‑RECOMENDAÇÕES‑versão‑web.pdf
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 195, de 18 de fevereiro de 1997. Dispõe sobre a solicitação de exames de rotina e complementares por enfermeiro. Brasília, DF: COFEN; 1997 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resoluo‑cofen‑1951997/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 453, de 16 de janeiro de 2014. Aprova a norma técnica que dispõe sobre a atuação da equipe de enfermagem em terapia nutricional. Brasília, DF: COFEN; 2014 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao‑cofen‑no‑0453‑2014/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 527/2016, Revogada pela Resolução COFEN n. 543/2017. Atualiza e estabelece parâmetros para o dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nos serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem. Brasília, DF: COFEN; 2016 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao‑cofen‑no‑05272016/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 557, de 5 de setembro de 2017. Normatiza a atuação da equipe de enfermagem no procedimento de aspiração de vias aéreas. Brasília, DF: COFEN; 2017 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao‑cofen‑no‑05572017/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 564/2017. Aprova o novo código de ética dos profissionais de enfermagem. Brasília, DF: COFEN; 2017 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao‑cofen‑no‑5642017
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 639, de 8 de maio de 2020. Dispõe sobre as competências do enfermeiro no cuidado aos pacientes em ventilação mecânica no ambiente extra e intra‑hospitalar. Brasília, DF: COFEN; 2020 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao‑cofen‑no‑639‑2020/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 641, de 4 de junho de 2020. Utilização de Dispositivos Extraglóticos (DEG) e outros procedimentos para acesso à via aérea, por enfermeiros, nas situações de urgência e emergência, nos ambientes intra e pré‑hospitalares. Brasília, DF: COFEN; 2020 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao‑cofen‑no‑641‑2020/
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Resolução COFEN n. 703, de 18 de julho de 2022. Atualiza a norma para a execução, pelo enfermeiro, da punção arterial para gasometria e/ou instalação de cateter intra‑arterial para monitorização da pressão arterial invasiva (PAI). Brasília, DF: COFEN; 2022 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao‑cofen‑no‑703‑2022/
Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (BR). Parecer COREN/BA n. 014/2016. Padrão correto de checagem de medicação. Salvador (BA): COREN‑BA; 2016 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: http://ba.corens.portalcofen.gov.br/wp‑content/uploads/2016/11/PT‑014‑PADRÃO‑CORRETO‑DE‑CHECAGEM‑DE‑MEDICAMENTOS.pdf
Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (BR). Parecer técnico n. 013/2019. Solicitação de que o COREN‑AL emita parecer técnico para saber sobre: qual o estabelecimento padrão de checagem de medicação pelos profissionais de enfermagem?. Maceió (AL): COREN‑AL; 2019 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://ouvidoria.cofen.gov.br/coren-al/transparencia/65034/download/PDF
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (BR). Boas práticas cálculo seguro. Vol. 1, Revisão das operações básicas. São Paulo: COREN/SP; 2011 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://portal.corensp.gov.br/?attachment_id=19890
Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (BR). Uso seguro de medicamentos: guia para preparo, administração e monitoramento. São Paulo: COREN/SP; 2017.
DeSantana JM, Perissinotti DMN, Oliveira Junior JO, Correia LMF, Oliveira CM, Fonseca PRB. Definição de dor revisada após quatro décadas. BrJP. 2020;3(3):197‑8. https://doi.org/10.5935/2595‑0118.20200191
Devlin JW, Skrobik Y, Gélinas C, Needham DM, Slooter AJC, Pandharipande PP, et al. Clinical practice guidelines for the prevention and management of pain, agitation/sedation, delirium, immobility, and sleep disruption in adult patients in the ICU. Crit Care Med. 2018 Sep;46(9):e825‑73. https://doi.org/10.1097/CCM.0000000000003299
Dhatariya K, Corsino L, Umpierrez GE. Management of diabetes and hyperglycemia in hospitalized patient. In: Feingold KR, Anawalt B, Blackman MR, et al., editors. South Dartmouth (MA): MDText.com, Inc.; 2020.
Diccini S, Ribeiro RM. Enfermagem em neurointensivismo. São Paulo: Atheneu; 2018.
Drucker PF. Introdução à administração. São Paulo: Pioneira; 1977.
Dungan KM, Braithwaite SS, Preiser JC. Stress hyperglycaemia. Lancet. 2009;373(9677):1798‑807. https://doi.org/10.1016/S0140‑6736(09)60553‑5
ElSayed NA, Aleppo G, Aroda VR, Bannuru RR, Brown FM, Bruemmer D, et al. Diabetes care in the hospital: standards of care in diabetes: 2023. Diabetes Care. 2023 Jan 1;46(Suppl 1):S267‑78. https://doi.org/10.2337/dc23‑S016
Etelvino MAL, Santos ND, Aguiar BGC, Assis TG. Segurança do paciente: uma análise do aprazamento de medicamentos. Enferm Foco. 2019;10(4):87‑92. https://doi.org/10.21675/2357‑707X.2019.v10.n4.2251
European Pressure Ulcer Advisory Panel, National Pressure Injury Advisory Panel, Pan Pacific Pressure Injury Alliance. Prevention and treatment of pressure ulcers/injuries: clinical practice guideline. The international guideline. Leeds (UK): EPUAP; 2019 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.epuap.org/download/11182/
Evans L, Rhodes A, Alhazzani W, Antonelli M, Coopersmith CM, French C, et al. Campanha de sobrevivência à sepse: diretrizes internacionais para o manejo da sepse e choque séptico: 2021. Crit Care Med [Internet]. Disponível em: https://ilas.org.br/surviving‑sepsis‑campaign‑guidelines‑2021
Fumarola S, Allaway R, Callaghan R, Collier M, Downie F, Geraghty J, et al. Overlooked and underestimated: medical adhesive‑related skin injuries: best practice consensus document on prevention. J Wound Care. 2020 Mar 1;29(Sup3c):S1‑24. https://doi.org/10.12968/jowc.2020.29.Sup3c.S1
Galetto SGS, Nascimento ERP, Hermida PMV, Malfussi LBH. Lesões por pressão relacionadas a dispositivos médicos: revisão integrativa da literatura. Rev Bras Enferm. 2019;72(2):505‑12. http://doi.org/10.1590/0034‑7167‑2018‑0530
Gomez NJ, Castner D, Hain DJ, Latham C, Cahill M. Nephrology nursing scope and standards of practice: take pride in practice. Nephrol Nurs J. 2022;49(4):313‑27.
Gonçalves RC Matos LBC, Cunha HFR, Totti F, Kawagoe JY, Martin LGR, et al. Manual BRASPEN de competências relacionadas à dispensação e administração de nutrição parenteral. BRASPEN J. 2019;34(3):217‑32.
Gorski LA, Hadaway L, Hagle ME, Broadhurst D, Clare S, Kleidon T, et al. Infusion therapy standards of practice, 8th edition. J Infus Nurs. 2021;44(1S Suppl 1):S1‑224. http://doi.org/10.1097/NAN.0000000000000396
Governo do Distrito Federal. Secretaria de Estado de Saúde. Segurança do paciente: comunicação efetiva. Brasília, DF: SES/DF; 2019 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/87400/Segurança+do+paciente+comunicação+efetiva.pdf/ca225b6f‑7758‑7067‑4935‑62ea715d12ed?t=1648647952152
Guenter P, Worthington P, Ayers P, Boullata JI, Gura KM, Marshall N, et al. Standardized competencies for parenteral nutrition administration: the ASPEN model. Nutr Clin Pract. 2018;33(2):295‑304. http://doi.org/10.1002/ncp.10055
Hamblin MR, Agrawal T, Sousa M, editors. Handbook of Low‑level laser therapy. Singapore: Pan Stanford Publishing; 2017.
Instituto Latino Americano de Sepse. Implementação de protocolo gerenciado de sepse protocolo clínico: atendimento ao paciente adulto com sepse / choque séptico: revisado 2018. ILAS.org.br. Disponível em: https://www.ilas.org.br/assets/arquivos/ferramentas/protocolo-de-tratamento.pdf
Kaplan RS, Norton DP. A estratégia em ação: balanced scorecard. 4. ed. Rio de Janeiro: Campus; 1997.
Karam MA, Ferreira RA, Souza DG. Segurança do paciente: o enfermeiro diante do aprazamento das prescrições. Rev Rede Cuid Saude. 2014;8(3):14.
Kendrup J, Rasmussen HH, Hamberg O, Stanga Z; Ad Hoc ESPEN Working Group. Nutritional risk screening (NRS 2002): a new method based on an analysis of controlled clinical trials. Clin Nutr. 2003;22(3):321‑36. http://doi.org/10.1016/s0261‑5614(02)00214‑5
Kim J, Jesus O. Medication routes of administration. StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2023 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK568677/
Knobel E. Monitorização hemodinâmica e estados de choque. São Paulo: Editora dos Editores; 2023.
Knobel E. Monitorização hemodinâmica no paciente grave. São Paulo: Atheneu; 2013.
Leal LA, Soares MI, Silva BR, Bernardes A, Camelo SHH. Clinical and management skills for hospital nurses: perspective of nursing university students. Rev Bras Enferm. 2018;71(Suppl 4):1514‑21. http://doi.org/10.1590/0034‑7167‑2017‑0452
LeBlanc K, Campbell KE, Wood E, Beeckman D. Best practice recommendations for the prevention and management of skin tears in aged skin: an overview. J Wound Ostomy Continence Nurs. 2018;45(6):540–2. http://doi.org/10.1097/WON.0000000000000481
Lew CCH, Cheung KP, Chong MFF, Chua AP, Fraser RJL, Miller M. Combining 2 commonly adopted nutrition instruments in the critical care setting is superior to administering either one alone. JPEN J Parenter Enteral Nutr. 2017;148607117726060. http://doi.org/10.1177/0148607117726060
Lord LM. Enteral access devices: types, function, care, and challenges. Nutr Clin Pract. 2018;33(1):16‑38. http://doi.org/10.1002/ncp.10019
Loubani OM, Green RS. A systematic review of extravasation and local tissue injury from administration of vasopressors through peripheral intravenous catheters and central venous catheters. J Crit Care. 2015;30(3):653.e9‑653.e17. http://doi.org/10.1016/j.jcrc.2015.01.014
Marino EC, Negretto L, Ribeiro RS, Momesso D, Feitosa ACR. Rastreio e controle da hiperglicemia no perioperatório: diretriz oficial da Sociedade Brasileira de Diabetes. São Paulo: SBD; 2023. http://doi.org/10.29327/5238993.2023‑7. ISBN: 978‑85‑5722‑906‑8.
Marquis BL, Huston CJ. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 8. ed. Porto Alegre: Artmed; 2015.
Martinbiamco ALC, Riera R, editores. Saúde baseada em evidências: conceitos, métodos e aplicação prática. São Paulo: Atheneu; 2022.
Matsuba CST, Serpa LF, Pereira SRM, Barbosa JAG, Corrêa APA, Antunes MS, et al. Diretriz BRASPEN de enfermagem em terapia nutricional oral, enteral e parenteral. BRASPEN J. 2021;36(Supl 3):2‑62.
Medlej K, Kazzi AA, El Hajj Chehade A, Saad Eldine M, et al. Complications from administration of vasopressors through peripheral venous catheters: an observational study. J Emerg Med. 2018;54(1):47‑53. https://doi.org/10.1016/j.jemermed.2017.09.007
Mendes R, Policarpo S, Fortuna P, Alves M, Virella D, Heyland DK, et al. Nutritional risk assessment and cultural validation of the modified NUTRIC score in critically ill patients—a multicenter prospective cohort study. J Crit Care. 2017;37:45‑9. https://doi.org/10.1016/j.jcrc.2016.08.001
Milagres LMR, Caran CS, Brito MJM, Amaral SVA, Oliveira PM, Souza CM, et al. A realidade da prática do enfermeiro em um serviço de diálise: confrontando aspectos das diretrizes curriculares nacionais. Rev Eletr Acervo Saude. 2019;11(11):e907. https://doi.org/10.25248/reas.e907.2019
Ministério da Saúde (BR). Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução n. 7, de 24 de fevereiro de 2010. Dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva e dá outras providências. Brasília, DF: MS; 2010 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0007_24_02_2010.html
Ministério da Saúde (BR). Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC n. 36, de 25 de julho de 2013. Institui ações para a segurança do paciente em serviços de saúde e dá outras providências. Brasília, DF: MS; 2013 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2013/rdc0036_25_07_2013.html
Ministério da Saúde (BR). Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde. Brasília, DF: Anvisa; 2017.
Ministério da Saúde (BR). Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Gestão de riscos e investigação de eventos adversos relacionados à assistência à saúde. Brasília, DF: Anvisa; 2017.
Ministério da Saúde (BR). Protocolo de identificação do paciente. [Brasília, DF]: MS; [atualizado 10 abr. 2023; citado 23 maio 2023]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/dahu/pnsp/protocolos-basicos/protocolo-de-identificacao-do-paciente/view
Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria n. 272, de 8 de abril de 1998. Regulamento técnico para terapia de nutrição parenteral. Brasília, DF: MS; 1998.
Murphy C, Atkin L, Swanson T, Tachi M, Tan YK, Vega de Ceniga M, et al. Defying hard-to-heal wounds with an early antibiofilm intervention strategy: wound hygiene. J Wound Care. 2020;29(Suppl 3b):S1‑28. https://doi.org/10.12968/jowc.2020.29.Sup3b.S1
Nasa P, Azoulay E, Chakrabarti A, Divatia JV, Jain R, Rodrigues C, et al. Infection control in the intensive care unit: expert consensus statements for SARS-CoV-2 using a Delphi method. Lancet Infect Dis. 2022;22(3):e74‑e87. https://doi.org/10.1016/S1473-3099(21)00626-5
Nuha A. ElSayed, Grazia Aleppo, Vanita R. Aroda, Raveendhara R. Bannuru, et al. 6. Glycemic targets: standards of care in diabetes: 2023. Diabetes Care. 2023;46(Suppl 1):S97‑110. https://doi.org/10.2337/dc23‑S006
O’Grady NP, Alexander M, Burns LA, Dellinger EP, Garland J, O’Heard S, et al.; and the Healthcare Infection Control Practices Advisory Committee (HICPAC). Summary of recommendations: guidelines for the prevention of intravascular catheter-related infections. Clin Infect Dis. 2011;52(9):e162‑93. https://doi.org/10.1093/cid/cir138
Oliveira NB, Silva FVC, Assad LG. Competências do enfermeiro especialista em nefrologia. Rev Enferm UERJ. 2015;23(3):375‑80. https://doi.org/10.12957/reuerj.2015.9789
Özbilgin Ş, Hancı V, Ömür D, Özbilgin M, Tosun M, Yurtlu S, et al. Morbidity and mortality predictivity of nutritional assessment tools in the postoperative care unit. Medicine (Baltimore). 2016;95(40):e5038. https://doi.org/10.1097/MD.0000000000005038
Paddle JJ, Eve RL, Sharpe KA. Changing practice with changing research: results of two UK national surveys of intensive insulin therapy in intensive care patients. Anaesthesia. 2011;66(2):92‑6. https://doi.org/10.1111/j.1365-2044.2010.06603.x
Pancaro C, Shah N, Pasma W, Saager L, Cassidy R, van Klei W, et al. Risk of major complications after perioperative norepinephrine infusion through peripheral intravenous lines in a multicenter study. Anesth Analg. 2020;131(4):1060‑5. https://doi.org/10.1213/ANE.0000000000004445
Panepinto R, Harris J, Wellette J. A review of best practices related to intravenous line management for nurses. Nurs Clin North Am. 2021 Sep;56(3):389‑399. https://doi.org/10.1016/j.cnur.2021.05.001
Pash E. Enteral nutrition: options for short-term access. Nutr Clin Pract. 2018;33(2):170‑6. https://doi.org/10.1002/ncp.10007
Pedrosa KA, Oliveira ICM, Feijão AR, Machado RC. Enfermagem baseada em evidência: caracterização dos estudos no Brasil. Cogitare Enferm. 2015;20(4):733‑41. http://doi.org/10.5380/ce.v20i4.40768
Peterlini MAS, Pedreira MLG, Kusuhara DM, Belela‑Anacleto ASC. Prevenção de erros na administração de fármacos. In: Viana RAPP, Whitaker IY, Zanei SSV, organizadoras. Enfermagem em terapia intensiva: práticas e vivências. 2. ed. Porto Alegre: Artmed; 2020. p. 51‑64.
Pota V, Coppolino F, Barbarisi A, Passavanti MB, Aurilio C, Sansone P, et al. Pain in intensive care: a narrative review. Pain Ther. 2022;11(2):359-67. https://doi.org/10.1007/s40122-022-00366-0
Rahman A, Hasan RM, Agarwala R, Martin C, Day AG, Heyland DK. Identifying critically-ill patients who will benefit most from nutritional therapy: further validation of the “modified NUTRIC” nutritional risk assessment tool. Clin Nutr. 2016;35(1):158-62. https://doi.org/10.1016/j.clnu.2015.01.015
Ravi R, Balasubramaniam V, Kuppusamy G, Ponnusankar S. Current concepts and clinical importance of glycemic variability. Diabetes Metab Syndr. 2021;15(2):627-36. https://doi.org/10.1016/j.dsx.2021.03.004
Reichheld FF. A pergunta definitiva 2.0: como as empresas que implementam o net promoter score prosperam em um mundo voltado aos clientes. Rio de Janeiro: Alta Books; 2018.
Rojas SSO, Veiga VC. Manual de neurointensivismo da Beneficência Portuguesa. São Paulo: Atheneu; 2013.
Ropper AH, Gress DR, Diringer MN, Green DM, Mayer AS, Bleck TP. Intensivo neurológico e neurocirúrgico [e-book]. 4a ed. São Paulo: DiLivros; 2004. Capítulo 8, Monitoração eletrofisiológica na unidade intensiva neurológica.
Ropper AH, Gress DR, Diringer MN, Green DM, Mayer AS, Bleck TP. Intensivo neurológico e neurocirúrgico [e-book]. 4a ed. São Paulo: DiLivros; 2004. Capítulo 20, Estado de mal epiléptico.
Silva VCM, Cruz ICF. Prática de enfermagem baseada em evidência sobre nível de glicemia em UTI: revisão sistematizada da literatura. J Specialized Nurs Care. 2020 [citado 12 jul. 2024];12(1). Disponível em: http://www.jsncare.uff.br/index.php/jsncareurn:nbn:de:1983-4152jsncare.v12i1.32733
Sociedade Brasileira de Diabetes. Controle da hiperglicemia intra-hospitalar em pacientes críticos e não críticos. São Paulo: SBD; 2011.
Sociedade Brasileira de Diabetes. Diretrizes [da] Sociedade Brasileira de Diabetes: 2019-2020. São Paulo: Clannad; [2019; citado 16 jul. 2024]. Disponível em: https://www.saude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Diretrizes-Sociedade-Brasileira-de-Diabetes-2019-2020.pdf
Sociedade Brasileira de Diabetes. Posicionamento oficial n. 03/2015: Controle da glicemia no paciente hospitalizado. [São Paulo]: SBD; 2015.
Sutherland A, Jones MD, Howlett M, Arenas-Lopez S, Patel A, Franklin BD. Developing strategic recommendations for implementing smart pumps in advanced healthcare systems to improve intravenous medication safety. Drug Saf. 2022;45(8):881-9. https://doi.org/10.1007/s40264-022-01203-1
The Joint Commission. Pain assessment and management: understanding the requirements: what are the key concepts organizations need to understand regarding the pain management requirements in the Leadership (LD) and Provision of Care, Treatment, and Services (PC) chapters? [Website]. Oakbrook Terrace, IL: The Joint Commission; 2022 [citado 20 jul. 2023]. Disponível em: https://www.jointcommission.org/standards/standard-faqs/hospital-and-hospital-clinics/leadership-ld/000002161/?p=1
Tian DH, Smyth C, Keijzers G, Macdonald SP, Peake S, Udy A, et al. Safety of peripheral administration of vasopressor medications: a systematic review. Emerg Med Australas. 2020;32(2):220-7. https://doi.org/10.1111/1742-6723.13406
U.S. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). CDC’s core infection prevention and control practices for safe healthcare delivery in all settings. [Washington, DC]: CDC; 2022 [citado 12 jul. 2024]. Disponível em: https://www.cdc.gov/infection-control/hcp/core-practices/index.html
Van den Berghe G, Wouters PJ, Kesteloot K, Hilleman DE. Analysis of healthcare resource utilization with intensive insulin therapy in critically ill patients. Crit Care Med. 2006;34(3):612-6. https://doi.org/10.1097/01.ccm.0000201408.15502.24
Viana MV, Moraes RB, Fabbrin AR, Santos MF, Gerchman F. Assessment and treatment of hyperglycemia in critically ill patients. Rev Bras Ter Intensiva. 2014;26(1):71-6. https://doi.org/10.5935/0103-507X.20140011
Viana RAPP, Ramalho Neto JM. Enfermagem em terapia intensiva: práticas baseadas em evidências. 2a ed. Rio de Janeiro: Atheneu; 2022.
Viana RAPP, Whitaker IY, Zanei SSV, organizadoras. Enfermagem em terapia intensiva: práticas e vivências. 2a ed. Porto Alegre: Artmed; 2020.
Volkert D, Beck AM, Cederholm T, Cruz-Jentoft A, Goisser S, Hooper L, et al. ESPEN guideline on clinical nutrition and hydration in geriatrics. Clin Nutr. 2019;38(1):10-47. https://doi.org/10.1016/j.clnu.2018.05.024
Wick EC, Grant MC, Wu CL. Postoperative multimodal analgesia pain management with nonopioid analgesics and techniques: a review. JAMA Surg. 2017;152:691-7. https://doi.org/10.1001/jamasurg.2017.0898
[SecEdit1] AUTORES: confirmar se é este documento. O título informado anteriormente, não foi localizado na Clin Infect Dis. 2011.
Summary of Recommendations: Guidelines for the Prevention of Intravascular Catheter-related Infections. (Documento localizado pelo DOI, sem mais dados fornecidos.)

